• 22/12/2025
O custo de não ter guardrails: financeiro, reputacional e regulatório

Quando se fala em guardrails de inteligência artificial, muitas empresas ainda associam o tema apenas à segurança técnica ou à prevenção de ataques maliciosos. “Vamos nos resguardar de futuros sequestros de bancos e evitar dores de cabeça”, essa é a mentalidade de boa parte de pessoas que conhecem o tema. Mas saiba que isso é um erro. Por quê?  Veja…

  • 16/12/2025
ROI da IA: Como medir valor real sem cair no mito da “produtividade mágica”

Imagine a cena: numa reunião, um executivo empolgado apresenta números espetaculares sobre a adoção de ferramentas de IA, enquanto o CFO cruza os braços e, depois de alguns minutos, dispara a pergunta incômoda: “Tudo muito bom, mas quanto isso realmente vale para o negócio?” Olhares se cruzam e um silêncio constrangedor toma conta da sala. Uma verdade desconfortável foi posta:…

  • 11/12/2025
Letramento em IA: a nova fluência obrigatória para líderes de tecnologia e negócio

Há uma diferença sentida na prática pelas organizações entre líderes que possuem letramento em IA e líderes que apenas usam IA. O primeiro grupo toma decisões que aceleram negócios; enquanto, o segundo toma decisões equivocadas. E a fronteira entre esses dois mundos aparece em situações simples do dia a dia. Pense em um líder de produto com letramento em IA…

  • 01/12/2025
RAG e dados inteligentes: um guia prático para lideranças de TI

Nos últimos dois anos, líderes de TI descobriram uma verdade incômoda: não existe IA generativa realmente útil sem uma fundação de dados sólida. Modelos como GPT parecem mágicos, mas a ferramenta só gera valor quando consegue acessar informações internas, atualizadas e confiáveis.  Para aprimorar esses modelos, nasceu o RAG (Retrieval-Augmented Generation). Trata-se de uma técnica que torna a IA generativa…

  • 24/11/2025
Como criar um portfólio balanceado entre quick wins e iniciativas estruturantes?

Entre velocidade e estrutura, muitas empresas vivem um paradoxo perigoso. De um lado, organizações obcecadas por quick wins (entregas rápidas), que, se não são bem estruturadas, acumulam “remendos tecnológicos”, criam dívidas técnicas e tornam sua arquitetura cada vez mais frágil. Do outro, temos empresas que planejam durante meses, criam comitês, camadas de validação e frameworks — e, no fim, entregam…